quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Rio 2016 - Parque Olímpico da Barra da Tijuca



Durante a Olimpíada o lugar que eu mais visitei foi o Parque Olímpico da Barra e por isso pensei em escrever um pouco sobre a estrutura que foi montada lá e estará ativa durante os jogos paralímpicos para quem quiser visitar e prestigiar os atletas além de curtir toda atmosfera de uma Olimpíada/Paralimpíada.

Outro local badalado que visitei e conto um pouco aqui no Blog é o Boulevard Olímpico (Clique para ver fotos e dicas), no Centro, acessível a todos, sem necessidade de ingressos.

O Parque Olímpico fica na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, onde a maioria das arenas e esportes foram jogados na Olimpíada e serão jogados na Paralimpíada.



Como Chegar:

A melhor forma de chegar é por transporte público, usando o BRT que cruza todo o bairro da Barra da Tijuca e zona norte do Rio, se conectando ao Trem e ao Metrô. O BRT convencional custa R$ 3,80 e te deixa na estação Rio2, de um lado do Parque, da entrada principal. Caso queira vir da Zona Sul, usando a nova conexão com o Metrô da linha 4, a melhor opção é o ticket de 1 dia que custa R$ 25,00 (https://cartaojogos.riocard.com).

Apenas esteja atento que para entrar no Parque Olímpico você deve ter algum ingresso para aquele dia, em uma arena dentro do Parque.

Arenas:

No total, durante a Olimpíada, foram 9 arenas em paralelo. Durante a Paralimpíada serão 8 (O Maria Lenk não será utilizado).



Após os jogos, duas dessas arenas serão completamente desmontadas, tanto a Arena do Futuro quanto o Estádio Aquático Olímpico então essa é a hora para visitar ambas. Eu fui em ambas durante a Olimpíada e descrevo um pouco mais abaixo:

Arena do Futuro:

Essa foi a casa do Handebol e será a casa do Goalball onde o Brasil, atual campeão mundial e medalha de prata nas paralimpíadas de Londres, tem grandes chances de medalha.





Estádio Aquático Olímpico:

Esse foi um dos lugares mais disputados do Parque uma vez que Michael Pelphs bateu seus recordes e levou suas medalhas ali. Esse foi o palco das disputas da Natação, assim como será durante a paralimpíada, onde temos muitas e muitas chances de medalhas com outro recordista de medalhas, Daniel Dias.

No Estádio Aquático também tivemos as quartas de final, semi e finais do Polo Aquático masculino e Feminino, logo após o término da Natação.

Fachada Externa do Estádio
Natação 
Pólo Aquático

Arenas Carioca 1, 2 e 3:

As arenas Carioca's, com diferentes capacidades, sediaram diferentes esportes, desde Basquete na Carioca 1, que tem maior capacidade, passando por Judô na Carioca 2 e até mesmo Esgrima na Carioca 3, de menor capacidade.

Durante as Paralimpíadas, teremos jogos nas 3 Cariocas, como Judô, Esgrima em cadeira de rodas, Basquete em cadeira de rodas, etc.

Arena Carioca 1 - Basquete
Arena Carioca 3 - Esgrima
Arena Carioca 2 - Judô
Cariocas 1, 2 e 3 por fora

Velódromo Olímpico:

Considerado o mais rápido do mundo, onde diversos records foram quebrados, o Velódromo foi a última arena a ser entregue mas ficou um espetáculo e terá eventos durante a Paralimpíada.



Centro Olímpico de Tênis:

Não só uma quadra mas várias, onde a Quadra Central a mais disputada onde foram jogadas todas as finais do Tênis e teremos o Tênis de cadeira de rodas na Paralimpíada.



Arena Olímpica do Rio:

Local das ginásticas durante a Olimpíada, tanto artística, quanto rítmica, quanto de trampolim, sediará jogos do Basquetebol em cadeira de rodas.



Além das arenas, diversos stands dos patrocinadores estavam presentes durante a Olimpíada e devem marcar presença durante as Paralimpíadas, como:

Casa BRA - onde pode tirar foto com o Tom e o Vinicius, os mascotes dos jogos, ou então ver todas as tochas das olimpíadas desde Berlim 1936, ou tirar uma foto com a própria tocha olímpica, com ose estivesse carregando a mesma num revesamento. Todas as fotos e vídeos feitos lá dentro pela organização vão para seu email.


Coca-cola - além de desfrutar de uma Coca-cola geladinha de brinde, e pros mais viciados aumentar sua coleção de garrafinhas de alumínio, pode tirar foto com a tocha, ou no carro que participou do revezamento, conhecer a história da Coca ao longo dos jogos ou comprar seu pin, caneca, camisa ou o que mais achar interessante na loja. O copo da Coca-cola estava 11 reais, de vidro, recomendo.

MegaStore - Se vc quer ter um brinde oficial e não teve oportunidade de ir a uma loja dos jogos no centro ou em Copacabana, lá também tem uma Megastore com tudo que vc possa imaginar com o símbolo das olimpíadas.

Delegação Skol - pros que gostam de um clima de boate, pegação, ou apenas quer trocar seus copos repetidos da Skol, esse espaço é o point, musica alta, show de luzes, foto maluca, num ambiente super descontraído, perto de onde ficam os telões, no fundo do parque.

Além desses ainda tem o stand da Claro, da Samsung, da Nissan, entre outros...

Num próximo post falo um pouco da comida e bebida no parque, com os preços, além de falar um pouco sobre os famosos copos da Skol que viraram sensação e todos querem colecionar com os pictogramas dos jogos.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Roteiros a pé - Budapeste


Após um passo a passo de como chegar até o centro de Budapeste (ou qualquer local que a bela rede de Metro deles pode te levar) a partir do Aeroporto, nada como algumas sugestões de roteiro para te inspirar a fazer o seu (ou copiar as minha sugestões) e conhecer essa bela cidade a pé.

Essas sugestões de roteiro são baseadas na minha experiência pessoal, durante os 2 dias e meio que ficamos pela cidade e exploramos bastante, andamos muito e aprendemos o que vale a pena e o que não vale a pena fazer.

Relatando um pouco da nossa experiência, chegamos na hora do almoço, comemos num fast food (Burger King) e fomos explorar uma parte da cidade que era mais próxima do nosso Hotel e espiar um pouco do belo Danúbio e suas pontes.

Roteiro 1: Mercado Central e arredores, Ponte da Liberdade, Géllert Hill Cave, Citadella.

Clique para ver no Google Maps

Mercado Central:


Como estávamos hospedados próximos à Kalvin Tér, resolvemos andar pela Vámház até o Danúbio, passando pelo Mercado Central.


Em frente ao mercado tem um Burger King e uma rua de pedestres cheia de lojinhas onde dá pra comprar várias coisas baratas, especialmente lembrancinhas.

Seguindo em frente, chegamos à imponente Ponte da Liberdade.

Ponte da Liberdade:

Ponte do lado de Pest

Ponte vista do lado de Buda
Pôs-do-Sol visto da ponte



Gellért Hill Cave

Igreja ou caverna, ou os 2? Conhecida também como caverna do São Ivan, é uma das diversas cavernas da região onde viviam heremitas que acreditavam que as águas termais (que ainda podem ser encontradas logo ao lado em Gellert Bath, eram milagrosas e curavam os doentes. Hoje uma bela capela onde pudemos ver uma missa no dia seguinte de manhã.


Citadella:

Localizada num dos pontos mais altos da cidade, de onde se tem uma bela visão do Danúbio, fica a Citadella que é uma fortificação, construída em 1851, a 235 metros de altura.

Fortaleza vista de cima
Para chegar lá certamente existem muitos passeios pelp grande volume de ônibus e carros que vimos lá no alto, mas se está disposto a subir esse pequeno morro por um caminho asfaltado e sinalizado, chega-se sem problemas a pé a partir do parque de Géllert, próximo à Ponte da Liberdade.

O parque é muito bonito, arborizado, com sinalização tanto em placas quanto no chão:

Marcações no chão
Monumento
Vista do Danúbio
Vista do Castelo de Buda
Roteiro 2: Castelo de Buda, Matthias Church, Pavilhão dos Pescadores, Torre de Maria Madalena

Roteiro Castelo de Buda - Clique para ver no Google Maps
Nosso roteiro novamente começa numa estação de Metro, pois assim fica fácil se vc estiver em qualquer lugar de Budapeste. Aliás essa estação, a Deák Ferenc Tér interliga as 3 linhas de Metro da cidade.


Saindo de lá fomos direto para a Ponte das Correntes em direção ao castelo de Buda, atravessando a bela praça onde fica a estação de Metro e seguindo pela rua q vai para a ponte.

Ponte das Correntes e ao fundo o Castelo de Buda
Atravessando a ponte, chega-se ao pé do morro onde fica o Castelo e logo de frente pode ver o Funicular, meio de subida mais turístico, e preguiçoso, para chegar lá em cima. Se não quiser gastar dinheiro como eu, a opção é subir pelo parque ao lado desse Funicular, subindo pela rua à esquerda e seguindo as trilhas até lá em cima.

Vista da Ponte a partir da entrada do parque
Funicular visto de uma das pontes do parque que atravessa a linha.
 Subindo as trilhas do Parque vai chegar ao Castelo de Buda que não é apenas um Palácio real  mas sim um Museu de História e Galeria Nacional. Diversas estátuas, fontes e obras de artes pondem ser vistar ao redor do Palácio, em seus jardins. De lá de cima, claro, a vista fantástica do Danúbio.



Matthias Church e Pavilhão dos Pescadores:

Caminhando para o lado onde chega o Funicular e seguindo o roteiro, irá passar por diversas construções que hoje são repartições públicas mas que um dia fizeram parte do palácio e arredores. Entrando numa das ruas desse pequeno bairro, irá chegar à Igreja de São Mathias e ao Pavilhão dos Pescadores. 

A igreja é realmente linda por fora mas me surpreendeu cobrarem para entrar. Como somos contra pagar para entrar em igrejas acabamos vendo só por fora.

O Pavilhão também tem sua versão paga, que é para poder subir e ver a cidade do alto dele, mas não achamos muita diferença de ver de baixo sendo que algumas estátuas estavam na parte gratuita mesmo.

Mathias Church



Monumentos no Pavilhão dos Pescadores
Torre da Igreja de Maria Madalena:

Saindo de lá a próxima parada era visitar a Torre da Igreja de Maria Madalena, na verdade o que sobrou dela. Essa torre é considerada uma das sobreviventes do pequeno distrito do Castelo e ponto de parara obrigatório para quem vai até lá em cima.


Seguindo pelas apertadas ruas, a sugestão é ir para o outro lado do distrito, oposto ao Rio, onde tem outro parque e alguns pontos de fotos, kioskes, bancos para simplesmente sentar e relaxar no caminho de volta ao Palácio.



Voltando ao Palácio de Buda, aproveite para visitar e tirar fotos nas praças, fontes, descansar da caminhada e se preparar para seguir em novos roteiros ou apenas visitar a Galeria ou o Museu. Opções não faltam para todos os bolsos e gostos.

Fonte na parte de trás do Palácio
Nós decidimos por continuar, descer o parque que subimos e seguir em frente pra conhecer outras coisas pois ainda estava cedo e o Sol só ia se pôr bem tarde. 

Como esse post está ficando muito grande, nossos outros roteiros pela cidade vão no post seguinte, q vai receber o link assim que sair do forno.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Voos baratos (low cost) pela Europa - Bélgica para Hungria (Budapeste)

Como prometido, nesse post vou falar um pouco sobre voos Low Cost ou voos baratos pela Europa, dando como exemplo o nosso primeiro voo entre a Bélgica e Budapeste (Hungria) para continuarmos nosso roteiro pela Europa como planejado.


Estando na Bélgica, o aeroporto dos voos 'low cost' é o de Charleroi que vou mostrar abaixo como chegar, mesmo q não esteja em Bruxelas. De lá saem diversos voos para vários locais da Europa das empresas 'low cost'. A que usamos foi a Ryanair, que tem como aeroporto base o de Charleroi, mas as dicas valem para praticamente todas as empresas do mesmo segmento.

Como chegar em Charleroi:


O melhor caminho que posso recomendar é pegar um trem até Bruxelas, no nosso caso o IC e de lá pegar um novo trem para Charleroi-Sud, de onde parte um ônibus para o aeroporto. O ônibus vai deixá-lo dentro do aeroporto, na área de embarque, sem maiores problemas.

Opções de voos baratos:

Algumas empresas que fazem esse tipo de voos e vale a pena a pesquisa de preços caso queira um deslocamento rápido entre cidades européias, com baixo custo. Note que algumas voam apenas em localidades específicas. Na lista abaixo as primeiras voam para Charleroi:

Imagina fazer um voo da Béligica para Hungria por 9 dólares? Surreal? Não, esse é o tipo de preço que se encontra nessas companhias aéreas, mas não se iluda. Se gosta de conforto, serviço de bordo, Check-in presencial no aeroporto, despacho de mala, aí vai ter que pagar por isso e o custo aumenta significativamente.

Aqui vai a dica número 1: Faça sempre seu checkin online. Fazer o check-in no aeroporto, pode te cobrar uma taxa ou nem ter essa opção e ter que buscar uma lan house para fazer isso e imprimir seu cartão de embarque.

Com relação a outros custos extras, pegando nosso exemplo de Charleroi para Budapeste, pesquisando a preços de hj, temos passagens de 9 a 88 dólares, dependendo claro do dia do voo. Na época que buscamos encurtamos em 1 dia nossa passagem pela Bélgica para fazer uma economia que pagava nossa passagem praticamente.


Mas, como disse, não se iluda. Essa passagem é apenas para passageiro e mala de mão, que tem seus limites de tamanho e peso. Caso queira despachar uma mala extra, embarque prioritário, espaço extra, escolher lugar, etc, vai ter que pagar por isso... Nessa minha pesquisa de exemplo a Ryanair está cobrando 37,50 dólares por bagagem de até 15 Kg.


Caso tenha mais de 1 mala por pessoa para despachar ou algo que coloque custos extras a ess apassagem, melhor escolher uma empresa grande, decolando de um aeroporto com mais infrasestrutura pois o custo será muito similar senão até maior voando por uma 'low cost'.

O voo da Bélgica para Budapeste dura por volta de 2 horas, sem serviço de bordo. Qualquer coisa, até mesmo água é cobrada no voo. Atenção a deslocamentos mais longos.

No mais, a dica é sempre se programar com antecedência, para melhores descontos em passagens, e tentar estimar a quantidade de bagagens que terá  pois isso vai influenciar no preço.

Nossa próxima parada é Budapeste, onde fiz um artigo com dicas em geral aqui: Budapeste (Hungria), Informações úteis.